A percepção dos enfermeiros acerca do exame físico realizado em clientes hematológicos hospitalizados

Introdu√ß√£o: Para garantir a confiabilidade na assist√™ncia de enfermagem a clientes com dist√ļrbios hematol√≥gicos, por meio de procedimentos seguros, baseados em a√ß√Ķes as mais cient√≠ficas poss√≠veis, √© imprescind√≠vel a realiza√ß√£o de um exame f√≠sico de qualidade, com foco nos principais dist√ļrbios acometidos por esses clientes.

 

Objetivo: Analisar a visão dos enfermeiros acerca do exame físico realizado em clientes hematológicos hospitalizados.

 

Método: Pesquisa qualitativa com dez enfermeiros atuantes no cuidado a clientes hematológicos em um hospital referência de doenças hematológicas do estado do Rio de Janeiro. Os dados foram coletados mediante entrevista semi estruturada e analisados através de análise temática.

 

Resultados: Identificamos que 100% participantes responderam que realizam o exame físico na sua prática profissional. Em relação à pergunta que abordava o principal componente que deve ser identificado pelo enfermeiro durante a execução do exame físico do cliente hematológico, encontramos que o sangramento foi à resposta mais verbalizada pelos participantes. Observou-se uma preocupação na identificação dos problemas psicoemocionais decorrentes de uma patologia hematológica.

 

Conclus√£o: A identifica√ß√£o correta dos problemas apresentados pelos clientes hematol√≥gicos, atrav√©s de uma avalia√ß√£o cl√≠nica cuidadosa, torna-se fundamental para o desenvolvimento de a√ß√Ķes que favore√ßam uma melhora na qualidade da assist√™ncia a sa√ļde.

vinicius rodrigues souza, Gisella de Carvalho Queluci, Amanda Ribeiro Mendonça, Suelem Couto Frian Dias, Juliane da Silveira Jasmim
 
Complica√ß√Ķes locais da terapia intravenosa perif√©rica e fatores associados em hospital brasileiro

Introdu√ß√£o: A Terapia Intravenosa (TIV) configura-se em importante procedimento terap√™utico e diagn√≥stico, amplamente utilizada pela Enfermagem no cuidado hospitalar. Esse procedimento possui elevado risco do desenvolvimento de complica√ß√Ķes, bem como a possibilidade de agravos secund√°rios ligados as complica√ß√Ķes derivadas da TIV.

Objetivo: Identificar a preval√™ncia e os fatores associados √†s complica√ß√Ķes locais da terapia intravenosa perif√©rica em pacientes de um hospital p√ļblico e de ensino.

Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo de preval√™ncia, com delineamento transversal associado a uma observa√ß√£o sistem√°tica e busca em dados secund√°rios dispon√≠veis nos prontu√°rio. Foi realizado em um hospital p√ļblico de ensino, pesquisa e extens√£o,com 63 participantes. Os dados foram coletados e processados no software SPSS¬ģ, vers√£o 19.0.

Resultados: A prevalência de flebite foi de 25,4%, infiltração de 15,9% e 11,1% de hematoma. A maioria encontrava-se em terapia no intervalo máximo de 48 horas. No momento da observação, os cateteres estavam em sua maioria conectados ao polifix (58;92,1%). Dentro os sinais e sintomas identificados a maioria (16;25,4%) apresentou edema, dor, desconforto e eritema ao redor da inserção do cateter venoso periférico.

Conclus√£o: A preval√™ncia de complica√ß√Ķes da terapia intravenosa foi elevada. A maioria encontrava-se em terapia no intervalo m√°ximo de 48 horas, com utiliza√ß√£o de cateter sob agulha conectados a polifix e puncionados no antebra√ßo.¬†

Odin√©a Maria Amorim Batista, Rafael Fialho Moreira, Alvaro Francisco Lopes de Sousa, Maria Eliete Batista Moura, Denise de Andrade, Maria Z√©lia de Ara√ļjo Madeira
 
Rudhere Judson Fernandes, Rejane Maria Menezes, D√Ęndara Nayara Dantas, Anne Karoline Ara√ļjo, Alexsandro Silva Coura, Bertha Cruz Enders
 
Sa√ļde mental no trabalho do Enfermeiro da Aten√ß√£o Prim√°ria de um munic√≠pio no Brasil

Introdução: de todos os males vividos pelo homem, a loucura, a doença mental e o sofrimento psíquico e emocional parecem atingir indistintamente pessoas de qualquer nacionalidade, raça, classe social e religião. Contudo, sabe-se que os mais pobres são os que mais padecem pela falta de atenção e cuidado.
Objetivou: compreender como se desenvolve a prepara√ß√£o e qual o conhecimento que os enfermeiros que atuam na Estrat√©gia Sa√ļde da Fam√≠lia de Montes Claros - Minas Gerais apresentam sobre Sa√ļde Mental para atendimento a pacientes com transtornos ps√≠quicos.
M√©todos: pesquisa qualitativa e explorat√≥ria, realizada com oito enfermeiros que atuavam na Aten√ß√£o Prim√°ria √† Sa√ļde do meio urbano de Montes Claros. Os dados foram coletados no segundo semestre de 2011, por meio de entrevistas, que foram gravadas e, em seguida, transcritas. Para an√°lise dos dados, foi utilizada a t√©cnica de an√°lise do conte√ļdo.
Resultados: os entrevistados relataram que se sentiam preparados para lidar com seus pacientes e que conheciam os principais transtornos, mas poucos foram capazes de detalhar esse conhecimento. As capacita√ß√Ķes e curso de resid√™ncia foram citados como prepara√ß√£o, mas a inseguran√ßa e tempo disposto para lidar com esses pacientes foram impasses para um bom cuidado.
Conclus√Ķes: √© preciso maior prepara√ß√£o dos enfermeiros na √°rea de sa√ļde mental, a fim de proporcionar atendimento resolutivo aos pacientes que demandas tais cuidados.

Bianca Pereira Coelho, Ana Paula Maia da Silva, Luís Paulo Souza e Souza, Kenya Marielle Almeida e Silva, Edilaine Pereira da Silva, Ilka Santos Pinto, Rafael Messias de Oliveira, Carla Silvana Oliveira e Silva
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Representa√ß√Ķes sociais de profissionais da sa√ļde acerca das plantas medicinais

Introdu√ß√£o: as plantas medicinais fazem parte da cultura popular e atualmente tem-se observado um progressivo interesse e sensibiliza√ß√£o dos profissionais de sa√ļde, em especial os que atuam na Estrat√©gia de Sa√ļde da Fam√≠lia.

Objetivo: conhecer as representa√ß√Ķes sociais de profissionais da Estrat√©gia Sa√ļde da Fam√≠lia sobre as plantas medicinais.

M√©todos: estudo com abordagem qualitativa fundamentado na Teoria das Representa√ß√Ķes Sociais, realizado com 30 profissionais em seis Unidades Estrat√©gias Sa√ļde da Fam√≠lia do munic√≠pio do Rio Grande/RS/Brasil. Os dados foram colhidos por meio de entrevista semiestruturada, entre os meses de junho a dezembro de 2014, e analisados √† luz da an√°lise tem√°tica.

Resultados: tr√™s categorias revelam as representa√ß√Ķes sociais dos profissionais: Dimens√£o imag√©tica das plantas medicinais; O saber sustentado no conhecimento h√≠brido; A indica√ß√£o de plantas medicinais. As imagens traduzem a realidade externa, sendo que o conhecimento sobre as plantas se fundamenta tanto no saber popular quanto no reificado, demonstrando o entrela√ßamento dos aspectos subjetivos e objetivos na representa√ß√£o. A prescri√ß√£o das plantas medicinais j√° vem sendo adotada nas unidades estudadas.

Conclus√Ķes: a utiliza√ß√£o das plantas est√° incorporada no cotidiano dos usu√°rios das unidades, sendo adotada como um recurso terap√™utico complementar ao tratamento das morbidades. Embora os profissionais desconhecem as legisla√ß√Ķes que regulamentam essa pr√°tica, h√° um engajamento em adotarem o uso dessas plantas na pr√°tica do servi√ßo de sa√ļde, principalmente diante da parceria com a universidade do munic√≠pio.

Palavras chave: fitoterapia; aten√ß√£o b√°sica √† sa√ļde; enfermagem.

Sibele da Rocha Martins, Fabiani Weiss Pereira, Daniele Ferreira Acosta, Caroline Bettanzos Amorim
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Cecília Nogueira Valença, Ana Flávia Costa da Silva, Cristiane da Silva Ramos Marinho, Maria Leonor Paiva da Silva, Yanna Gomes de Sousa, Soraya Maria de Medeiros
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Posici√≥n de personas atendidas en servicio de urgencia sobre la presencia de la familia durante la resucitaci√≥nIntroducci√≥n : la actual evidencia cient√≠fica apoya la presencia de la familia durante la resucitaci√≥n. Sin embargo, este tema contin√ļa generando intensos debates y su pr√°ctica sigue limitada. Esto ocurre, entre otros factores, porque poco se conoce la opini√≥n de los pacientes sobre la posibilidad de que sus familias acompa√Īen la resucitaci√≥n.
Objetivos : conocer la prevalencia y los factores asociados al apoyo de la presencia de la familia durante la resucitación intrahospitalaria e identificar los motivos para apoyar o no esta práctica.
Métodos : estudio descriptivo, de corte transversal, realizado con 122 personas que recibieron atención en una unidad de urgencia en el sur de Brasil. Los datos fueron recogidos entre febrero y marzo de 2016, por medio de entrevistas utilizando cuestionario semiestructurado. Para el análisis se empleó la estadística descriptiva e inferencial.
Resultados : del total de entrevistados, 85 (69,7 %) refirieron apoyar la presencia de la familia en la sala de urgencia durante la resucitación. Los adultos mayores, aquellos que poseían mayor renta, enfermedades crónicas y que presentaban cuadros más graves, significativamente apoyaron la presencia de la familia. Los principales motivos para apoyar esta práctica fueron: proporcionar mayor seguridad y calma al paciente y mayor información al familiar. En cambio, los motivos para no apoyar la presencia familiar se relacionaban con la posibilidad de que la familia obstaculizara la atención y de causar sufrimiento al familiar.
Conclusión
: los hallazgos apuntan que los profesionales sanitarios de unidades de urgencia deben considerar la posibilidad de involucrar a las familias de los pacientes durante la resucitación, ya que la mayoría de ellos apoyaba esta práctica.
Mayckel da Silva Barreto, Dayse Gomes Nascimento, Isabelle Leopoldino Oliveira, Edhit Cavallo, Diana Marcela Achury Salda√Īa, Sonia Silva Marcon
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