Richardson Augusto Rosendo da Silva, Bárbara Coeli Oliveira da Silva, Cristiane da Costa Silva, Vinicius Lino de Souza Neto, Flávia Allenuscha Costa Magalhães Magalhães, Maria Edjailma Silva Sousa
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Rosana Kelly da Silva Medeiros, Marcos Antonio Ferreira Júnior, Diana Paula de Souza Rêgo Pinto, Isabelle Katherinne Fernandes Costa, Viviane Euzébia Pereira Santos, Allyne Fortes Vitor
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Percepção de presidiárias sobre a assistência à saúde materna em uma penitenciária feminina

Introdução: o direito à saúde da mulher está definido na Constituição Brasileira e na Lei Orgânica da Saúde, mas todos esses aspectos são discutidos pensando na mulher que goza de liberdade física e jurídica, desconhecendo a realidade de mulheres presidiárias, cujo acesso às informações torna-se mais difícil e que por apresentarem uma história de vida muitas vezes penosa, enfrentam ainda mais o preconceito, devido às várias exposições sociais.

Objetivo: analisar e descrever a percepção de presidiárias sobre a assistência à saúde materna em uma penitenciária feminina.

Métodos: estudo descritivo e exploratório de abordagem qualitativa, desenvolvido no ano de 2014 numa penitenciária feminina de referência da capital piauiense, Brasil. Participaram 14 presidiárias selecionadas mediante os critérios de inclusão. Coletou-se os dados através de entrevista semiestruturada e foram analisados mediante a técnica de análise de conteúdo.

Resultados: a partir da análise emergiram duas categorias temáticas, a saber: O Enfermeiro presente na assistência pré-natal e puerperal das presidiárias; e a falta de assistência humanizada, diante de presidiárias no ciclo gravídico puerperal.

Conclusão: as participantes relataram que a Enfermagem é atuante no pré-natal e puerpério, porém queixam-se do atendimento desumano que lhes é prestado, devido ao preconceito dos profissionais de saúde relacionado à sua condição prisional.
Luzane Sousa Ferreira, Wanderson Carneiro Moreira, Marcelo Victor Freitas Nascimento, Gilson Nunes de Sousa, Márcia Andrea Lial Sertão, Eliana Campêlo Lago, Delmo de Carvalho Alencar
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Diéssica Roggia Piexak, Dirce Stein Backes, Marli Stein Backes, Jamila Geri Tomaschewski-Barlem, Edison Luiz Devos Barlem, Daiane Porto Gautério
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Isabelle Campos de Azevedo, Roberta Kaliny de Souza Costa, Marcos Antonio Ferreira Júnior
 
Ariane Gomes dos Santos, Claudete Ferreira de Souza Monteiro, Benevina Maria Vilar Teixeira Nunes, Claudia Daniella Avelino Vasconcelos Benício, Lidya Tolstenko Nogueira
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Intervenções de enfermagem para alta de paciente com estomia intestinal: revisão integrativa

Introdução: muitos pacientes submetidos a cirurgias geradoras de estomias intestinais desconhecem as mudanças enfrentadas pós-cirurgia como hábitos alimentares, modo de se vestirem, e mudanças associadas à sexualidade. Dessa forma é importante que o enfermeiro forneça informações que irão ajudar a enfrentar tais mudanças e principalmente garantir a continuidade do cuidado após a alta hospitalar.
Objetivo: identificar e analisar as produções científicas que abordem intervenções de enfermagem voltadas ao preparo para alta de pacientes com estomias intestinais.
Métodos: tratou-se de um estudo de revisão integrativa da literatura, em que foi realizado levantamento bibliográfico nas bases de dados Medline, Web of Knowledge, CINAHL e Lilacs. Foram incluídos artigos em língua portuguesa, inglesa e espanhola, publicados no período de janeiro de 2000 a agosto de 2014. A amostra constituiu-se de 26 artigos.
Resultados: dentre as 58 intervenções identificadas, destacaram-se o estímulo ao autocuidado e o fornecimento de informações escritas sobre os cuidados domiciliares. O estímulo ao autocuidado esteve atrelado à combinação de diferentes estratégias de ensino, como oferecer informações escritas, demonstrar os procedimentos básicos, além disso, utilizar linguagem clara e de fácil entendimento.
Conclusão:
identificou-se que a maioria das intervenções relacionou-se aos cuidados de ordem física e poucas abordaram aspectos psicossociais dos estomizados.

Cissa Azevedo, Jéssica Costa Faleiro, Meury Aparecida Ferreira, Sânya Pedroso de Oliveira, Luciana Regina Ferreira da Mata, Emília Campos de Carvalho
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Emoção e cuidado na assistência à criança com câncer: percepções da equipe de Enfermagem

Introdução: o câncer infantil estimula profundas emoções no profissional de enfermagem, o qual se depara com uma ansiedade contínua causada por fatores extenuantes que abrangem desde questões de sobrecarga física à demanda psicológica intensa. Esta pesquisa surge da necessidade de aprofundar conhecimentos acerca da assistência dos profissionais de enfermagem à criança portadora de câncer.
Objetivos: conhecer aspectos emocionais relacionados à assistência à criança com câncer, através da pesquisa qualitativa, e dessa maneira buscou-se evidenciar as percepções e os possíveis desafios vivenciados pelos profissionais da equipe de enfermagem no contexto de sua prática profissional.
Métodos: a coleta de dados foi realizada mediante entrevistas semiestruturada com 14 profissionais da Equipe de Enfermagem, sendo escolhido como campo de estudo o Setor de Quimioterapia Ambulatorial (Hospital-Dia Peter-Pan) e o Setor de Internamento (Bloco C) do Hospital Infantil Albert Sabin, localizado na cidade de Fortaleza-Ceará. Os dados foram submetidos à análise de conteúdo. A partir da análise dos dados, foi possível identificar as seguintes categorias temáticas que desvelaram as emoções e os sentimentos que a equipe de enfermagem esboça na ação de cuidar de uma criança com câncer, sendo elas “o cuidar: sentimentos e significados” e “significado de vivenciar a morte: lidando com as emoções”.
Conclusão: apesar da sobrecarga emocional a que estão expostos, os profissionais mantém o compromisso na assistência às crianças, entretanto evidencia-se a necessidade de suporte emocional para assisti-las, pois existe tendência para exaustão emocional, desânimo e fracasso. Reforça-se a importância da capacitação multidisciplinar e contínua desses profissionais e da promoção e da prevenção em saúde no ambiente de trabalho.

Aline Rodrigues de Alencar, Ana Maria Parente Garcia Alencar, Irwin Rose Alencar de Menezes, Marta Regina Kerntopf, Andreza Guedes Barbosa Ramos, Sharlene Maria Oliveira Brito, Izabel Cristina Santiago Lemos
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Daianny Arrais de Oliveira da Cunha, Patrícia dos Santos Claro Fuly
 
Diagnósticos de enfermagem do domínio autopercepção em pessoas vivendo com AIDSIntrodução: Atualmente existem 34,0 milhões de pacientes com o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) no mundo. Na América Latina estima-se que 1,6 milhões de pacientes vivem com o vírus. Diante dessa problemática, o cuidado a pessoas vivendo com Aids requer da equipe multiprofissional habilidades e competências. Objetivo: Identificar diagnósticos de enfermagem do domínio autopercepção da NANDA-Internacional e analisar a associação entre os diagnósticos mais frequentes e suas características definidoras, fatores relacionados/risco em pessoas vivendo com Aids. Métodos: Estudo transversal com 113 pessoas vivendo com Aids em um hospital de doenças infectocontagiosas. Os dados foram coletados utilizando-se um roteiro de anamnese e exame físico. Os diagnósticos foram identificados por meio do julgamento clínico de Risner e a associação foi calculada com os testes qui-quadrado de Pearson e Exato de Fisher. Resultados: Identificaram-se 11 diagnósticos, sendo os mais frequentes: distúrbio da imagem corporal; risco de dignidade humana comprometida; baixa autoestima situacional; desesperança; baixa autoestima crônica. Em geral, as características definidoras e os fatores dos diagnósticos apresentaram associação significante. Conclusões: O estudo contribuiu para a identificação dos diagnósticos de enfermagem associado a seus componentes nos pacientes investigados.
Vinicius Lino de Souza Neto, Richardson Augusto Rosendo da Silva, Marilia Ribeiro Maia, Renan Ribeiro Barbosa Alves, Flávia Allenuscha Costa Magalhaes, Felype Joseh de Souza Lima Alves e Silva
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Produção científica sobre as contribuições fenomenológicas para o estudo da tanatologia na enfermagem

Introdução: a intervenção do cuidado passa diretamente pela compreensão, reflexão, analise de como o profissional da enfermagem percebe o fenômeno do processo de morte/morrer.

Objetivo: analisar as produções científicas desenvolvidas pela enfermagem que abordam a temática tanatologia.

Método: estudo de revisão integrativa, de característica crítica e retrospectiva. Estratégia de busca: utilização da palavra-chave “fenomenologia” e descritores “enfermagem”, “cuidados paliativos” e “tanatologia”. A busca ocorreu nas bases: MEDLINE; LILACS; BDENF e SCOPUS. Critérios de inclusão: artigos disponibilizados na íntegra nos portais de dados selecionados que apresentavam aderência à temática em Português, Inglês e Espanhol, publicados entre os anos de 2011 a 2015 e que apresentassem na metodologia o referencial filosófico adotado. Critérios de exclusão: pesquisas que se encontravam repetidas nas bases de dados.

Resultados: abordam o processo morte/morrer por acadêmicos ingressantes no curso de enfermagem; a vivencia da terminalidade por intermédio da arte; o cuidado paliativo na terminalidade e a doação de órgãos após a finitude da vida.

Conclusão: a preocupação pela temática permeia o cenário acadêmico e hospitalar, mas em ambos a preocupação mais latente está ligada a humanização assistencial. As produções científicas desenvolvidas pela enfermagem que abordam a temática tanatologia presam pelo cuidado não apenas durante o processo morte/morrer, mas estende-se ao pós-morte por meio da doação de órgãos, o que demonstra um olhar holístico ao exercer o cuidar, tornando este efetivo e com repercussões positivas sobre a memória dos que recebem os cuidados. 

Fabiana Lopes Joaquim, Rose Mary Costa Rosa Andrade Silva, Eliane Ramos Pereira, Sérgio Henrique Silva Melo, Alessandra Conceição Leite Funchal Camacho
 
Ricardo Luiz Ramos, Paulo sérgio Silva, Lijamar Souza Bastos, Nébia Maria Almeida Figueiredo
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Aline Krüger Ramos, Andressa da Silveira, Karina Silveira de Almeida Hammerschmidt, Danieley Cristini Lucca
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O cuidar em saúde mental: contribuições fenomenológicas acerca de mulheres trabalhadoras em situação de climatérioIntrodução: em 2050 poderá existir mais de dois milhões de pessoas acima dos 60 anos. Pensando na longevidade feminina é oportuno apresentar reflexões acerca da Saúde da Mental das Mulheres Trabalhadoras em Situação de Climatério.
Objetivo: compreender o significado que a mulher trabalhadora atribui à vivência do climatério e suas interfaces em relação à Saúde Mental.
Métodos: estudo qualitativo, de abordagem fenomenológica heideggeriana, entrevista de modalidade fenomenológica. Foram depoentes dezoito professoras do ensino médio que estavam no climatério.
Resultados: unidades de significado: 1 - sente cansaço, irritação, fica sensível, ansiosa, chora, sofre... muda hábitos/comportamentos... São coisas estranhas e que nunca teve, que não sabe explicar, que vêm e vão de repente, que a preocupam...; 2 - aceita como parte da vida de toda mulher e enfrenta: se controlando, levando na brincadeira e se ocupando com outras atividades. Porém, percebe as modificações trazidas pelo tempo, refere que já não consegue mais fazer as coisas como fazia. Preocupa-se mais com a vida e sente necessidade de mudanças. A interpretação destas unidades está na compreensão vaga e mediana e hermenêutica.
Conclusão: As contribuições para o Cuidado em Saúde Mental e Enfermagem é que profissionais repensem sua atuação quanto ao preparo da mulher adulta para o climatério/ menopausa, desviando-se de um modelo assistencial para um atendimento holístico e humanizado na adultez, que forneça informações, conceitos e liberdade para questionamentos. Pensa-se, serem estas, estratégias formadoras de um Cuidado Humano necessário em Saúde.
Glaucimara Riguete de Souza Soares, Elaine Antunes Cortez, Rose Mary Andrade Silva, Selma Petra Chaves Sá, Sonia Mara Faria Simoes
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Ana Luisa Brandão de Carvalho Lira, Maria Isabel da Conceição Dias Fernandes, Fernanda Beatriz Batista Lima e Silva, Allyne Vitor Fortes
 
Produção do conhecimento sobre o cuidado fenomenológico na enfermagem

Introdução: na fenomenologia o cuidado é consolidado no modo de ser, atuante em todo e qualquer comportamento humano. Logo, sendo o cuidado a essência da enfermagem, ao pensarmos este em seu sentido fenomenológico, nos atemos à essência e ao sentido do cuidar.

Objetivo: realizar o levantamento das produções do conhecimento que objetivaram o cuidado por intermédio da enfermagem em fenomenologia e apresentar suas contribuições para o cuidado.

Métodos: estudo de revisão integrativa, de característica crítica e retrospectiva. Estratégia de busca: utilização da palavra-chave “phenomenology” e descritores “nursing care” e “health”. A busca ocorreu nas bases: MEDLINE; LILACS; BDENF e SCOPUS. Critérios de inclusão: artigos publicados entre os anos de 2010 a 2015, nos idiomas Português, Inglês e Espanhol, que apresentavam aderência à temática, e queconstassem o referencial filosófico adotado. Critérios de exclusão: artigos de revisão, teóricos ou de reflexão, e também os que não apresentaram aderência às questões do cuidado na enfermagem com enfoque fenomenológico. Foram analisados 26 artigos.

Conclusão: o cuidado fenomenológico encontra seu desenvolvimento mais significativo sob a dimensão social, se apropriando e compreendendo o sujeito permeado por suas vivências, experiências e significados, sem esquecer-se dos familiares envolvidos no processo de cuidar e dos profissionais de saúde, o que demonstra a importância destes terem suas esferas biopsicossociais cuidadas para que o cuidado se faça substancial e efetivo.

Fabiana Lopes Joaquim, Rose Mary Costa Rosa Andrade Silva, Eliane Ramos Pereira, Alessandra Conceição Leite Funchal Camacho
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Isabela Martins de Morais, Fabiana Lopes Joaquim, Alessandra Conceição Leite Funchal Camacho
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