Percepção de presidiárias sobre a assistência à saúde materna em uma penitenciária feminina

Luzane Sousa Ferreira, Wanderson Carneiro Moreira, Marcelo Victor Freitas Nascimento, Gilson Nunes de Sousa, Márcia Andrea Lial Sertão, Eliana Campêlo Lago, Delmo de Carvalho Alencar

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Resumen

Introdução: o direito à saúde da mulher está definido na Constituição Brasileira e na Lei Orgânica da Saúde, mas todos esses aspectos são discutidos pensando na mulher que goza de liberdade física e jurídica, desconhecendo a realidade de mulheres presidiárias, cujo acesso às informações torna-se mais difícil e que por apresentarem uma história de vida muitas vezes penosa, enfrentam ainda mais o preconceito, devido às várias exposições sociais.

Objetivo: analisar e descrever a percepção de presidiárias sobre a assistência à saúde materna em uma penitenciária feminina.

Métodos: estudo descritivo e exploratório de abordagem qualitativa, desenvolvido no ano de 2014 numa penitenciária feminina de referência da capital piauiense, Brasil. Participaram 14 presidiárias selecionadas mediante os critérios de inclusão. Coletou-se os dados através de entrevista semiestruturada e foram analisados mediante a técnica de análise de conteúdo.

Resultados: a partir da análise emergiram duas categorias temáticas, a saber: O Enfermeiro presente na assistência pré-natal e puerperal das presidiárias; e a falta de assistência humanizada, diante de presidiárias no ciclo gravídico puerperal.

Conclusão: as participantes relataram que a Enfermagem é atuante no pré-natal e puerpério, porém queixam-se do atendimento desumano que lhes é prestado, devido ao preconceito dos profissionais de saúde relacionado à sua condição prisional.

Palabras clave

Enfermagem; enfermagem obstétrica; saúde da mulher; cuidados de enfermagem.

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