Vivências dos profissionais da enfermagem sobre procedimentos executados no hospital

ARTÍCULO ORIGINAL

 

Vivências dos profissionais da enfermagem sobre procedimentos executados no hospital

 

Experiencias del profesional de enfermería sobre los procedimientos realizados en hospital

 

Experiences of the nursing professional about hospital procedures

 

 

Cecília Nogueira Valença; Ana Flávia Costa da Silva; Cristiane da Silva Ramos Marinho; Maria Leonor Paiva da Silva; Yanna Gomes de Sousa; Soraya Maria de Medeiros

Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Santa Cruz/RN, Brasil.

 

 


RESUMO

Introdução: o cotidiano dos profissionais de enfermagem que atuam em unidades hospitalares apresenta inúmeras experiências e vivências de procedimentos e situações práticas na instituição hospitalar.
Objetivo: analisar as vivências dos profissionais de enfermagem no âmbito hospitalar a partir de seus aspectos éticos.
Métodos: estudo descritivo-exploratório de abordagem qualitativa, realizado com dezoito profissionais da enfermagem de dois hospitais na cidade de Santa Cruz/RN, Brasil.
Resultados: as entrevistas foram coletadas de junho a julho de 2015 e submetidas à análise de conteúdo temática. Diante das vivências hospitalares dos profissionais que fizeram parte do estudo, destaca-se a importância da lei do exercício profissional e do código de ética da enfermagem e mostram situações a serem refletidas diante da ética profissional.
Conclusões: As vivências dos profissionais de enfermagem no âmbito hospitalar acerca de atividades e procedimentos realizados revelam que, apesar dos erros éticos que existem na profissão, a enfermagem tem como objetivo principal o cuidado humanizado.

Palavras-chave: enfermagem; ética; prática profissional.


RESUMEN

Introducción: el día a día de las enfermeras que trabajan en los hospitales presenta numerosos experimentos y procedimientos de experiencias y situaciones prácticas en el hospital.
Objetivo: analizar, en sus aspectos éticos, las experiencias de las enfermeras en los hospitales.
Métodos: estudio descriptivo de enfoque cualitativo, realizado con veinte profesionales de enfermería de dos hospitales en la ciudad de Santa Cruz/RN, Brasil. Las entrevistas se recogieron de junio a julio 2015 y fueron sometidas a análisis de contenido temático.
Resultados: ante la experiencia de los profesionales que participaron en el estudio en el hospital, se pone de relieve la importancia de la ley de la práctica profesional y el código ético de enfermería y muestran situaciones que se refleja en la ética profesional.
Conclusiones: las experiencias de los profesionales de enfermería en los hospitales sobre las actividades y los procedimientos realizados revelan que a pesar de los errores éticos que existen en la profesión, la enfermería tiene como objetivo la atención humanizada.

Palabras clave: enfermería; ética; práctica profesional.


ABSTRACT

Introduction: The hospital nurses' daily routine presents several experiments and procedures of experiences and situations practiced in the hospital.
Objective: Analyze, in their ethical aspects, the experiences of hospital nurses.
Methods: Descriptive study with qualitative approach carried out with 20 nursing professional in two hospitals of the city of Santa Cruz, Brazil. The interviews were gathered from June to July 2015 and were analyzed by their thematic content.
Results: In front of the experience of the professionals who participated in the hospital study, the importance is emphasized of the professional practice law and the nursing ethical code, and situations are shown as reflecting the professional ethics.
Conclusions: The hospital nursing professionals' experiences about the activities and procedures performed reveal that in spite of the ethical mistake existing in the profession, humanized attention is a nursing objective.

Keywords: nursing; ethics; professional practice.


 


 

INTRODUÇÃO

O ambiente hospitalar é um espaço onde há um fluxo significativo de pessoas diariamente nos mais diversos tipos de procedimentos, exames e tratamentos, necessitando de várias equipes de trabalho. Uma das equipes no meio hospitalar é a de enfermagem, formada pelo enfermeiro e técnico de enfermagem.

O ambiente hospitalar é frio, sem ânimo, com cheiros desagradáveis, equipamentos barulhentos, pessoas conversando e, muitas vezes, iluminação inapropriada, com colorações que não proporcionam um bem estar, causando irritabilidade e frustações.1

Na maioria das vezes, a equipe de enfermagem é a mais numerosa do corpo de saúde que compõe a instituição hospitalar, com assistência ininterrupta, como também representa o contato profissional mais próximo ao cliente, formando vínculos.

O vínculo é algo que une ou liga as pessoas, indicando uma interdependência; relações com, linhas de duplo sentido, tendo um compromisso dos profissionais com os clientes e vice-versa.2

O cotidiano dos profissionais de enfermagem que atuam em unidades hospitalares apresenta inúmeras experiências e vivências de procedimentos e situações práticas na instituição hospitalar.

Este estudo teve como objetivo descrever as vivências dos profissionais de enfermagem no âmbito hospitalar acerca de atividades e procedimentos realizados.

 

MÉTODOS

Trata-se uma de uma pesquisa descritivo-exploratória, com abordagem qualitativa. O estudo foi realizado com os profissionais da enfermagem nos setores de Acolhimento com classificação de riscos e obstétrico no Hospital Maternidade Escola e nos setores Urgência e Emergência e Cirúrgico no Hospital Regional, localizados na cidade de Santa Cruz/RN. Participaram 18 profissionais de enfermagem, técnicos e enfermeiros, sendo 10 enfermeiros e 8 técnicos.

A coleta de dados foi realizada no período de Junho de 2015 até julho de 2015; utilizou-se a técnica de entrevista com um roteiro semiestruturado, com a seguinte questão: Quais as principais atividades e procedimentos que você executa no seu cotidiano de trabalho?

As entrevistas foram gravadas e transcritas na íntegra. Os dados das entrevistas, após a transcrição, foram analisados a partir da análise de conteúdo temática, para análise de conteúdo, é necessário algumas etapas, são elas: Pré-análise; Exploração do material e tratamento dos resultados/Interferência/Interpretação dos dados colhidos.3

Foi solicitada a autorização para realização da pesquisa ao Comitê de Ética da Faculdade de Ciências da Saúde do Trairí, aprovada pelo CAAE: 43947215.0.0000.5568. Todos os participantes do estudo assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido. Foram utilizados como pseudônimos as virtudes da enfermagem: Paciência, Habilidade, Atenção, Responsabilidade, Segurança, Afeto e Bondade.

 

RESULTADOS

Quando entrevistados sobre suas vivências em relação aos procedimentos executados, expressaram:

"O serviço aqui é supervisionar os técnicos de enfermagem, resolver atividades burocráticas aqui no hospital, é basicamente isso. Supervisionar os setores, ver se está faltando alguma coisa. Toda vida que chegar tem que ver os pacientes da clínica, evoluir". (Paciência)

"Em relação ao hospital a gente fica como enfermeira do plantão. O nosso trabalho é fazer os processos, é fazer procedimentos invasivos, nesse caso de alta complexidade, como passagem de sonda, sonda nasogástrica, sonda vesical, curativo de alta complexidade. Coordenar, supervisionar, orientar a equipe... Estar presente no momento das atribuições juntamente com os técnicos de enfermagem. Esse é o nosso papel: supervisionar toda atividade de enfermagem. Também é conversar com os pacientes, observá-los, ter o paciente com empatia, né? Sentir o que o paciente está sentindo". (Habilidade)

A excessiva demanda de trabalho da equipe de enfermagem e o quantitativo reduzido de outros profissionais de saúde, necessários para uma assistência completa ao paciente hospitalizado, muitas vezes, faz com que a enfermagem realize procedimentos que não são de sua competência.

Essas situações ferem as atribuições privativas de cada membro da equipe, acontecendo riscos que podem prejudicar a saúde do paciente, a assistência de enfermagem prestada e a própria carreira profissional, pelo prejuízo do cumprimento de princípios éticos, morais e legais.

"Aqui dentro [do hospital] a gente como técnico de enfermagem faz tudo. Eu digo a você de tudo um pouco, já chegou técnico até a fazer sutura. Tem um médico aí que diz "faça, que eu lhe assisto, eu lhe garanto, eu assino embaixo". Isso não é nosso trabalho! Já com as enfermeiras aparece uma troca de sonda e outros curativos que cabem à áreas delas especificamente. Elas dizem que é a gente quem faz. Não é dever dos técnicos de enfermagem fazer isso!" (Atenção).

Quando questionada sobre o cotidiano de sua assistência de enfermagem, as enfermeiras discorrem sobre suas atribuições profissionais no setor de acolhimento com classificação de risco do hospital:

"Eu trabalho no acolhimento e classificação de riscos do Hospital materno infantil, então eu trabalho com o acolhimento desde crianças até 12 anos de idade e gestantes de porta aberta, ou seja, em qualquer queixa que elas tenham, podem procurar a unidade hospitalar. Já as crianças é por meio de referência, feita de uma unidade hospitalar por meio de um médico. Então a classificação das crianças é mais simples porque ela já vem com o encaminhamento, que já tem uma história e hipótese diagnóstica. O acolhimento a gestantes tem que fazer toda análise, é uma consulta de enfermagem e mais especificamente uma consulta de pré-natal. Através dessa consulta é que eu vou classificar o risco e estabelecer a prioridade para o atendimento com o obstetra ou outros profissionais disponíveis". (Responsabilidade)

"Eu trabalho no acolhimento e classificação de risco de pediatria, que é referenciado, e de obstetrícia, que é porta aberta. O que a gente faz é acolher e classificar, então a gente faz a primeira consulta de enfermagem e direciona os pacientes. A classificação norteia a conduta para cada paciente". (Segurança)

Assim como os enfermeiros executam variados procedimentos ou ações, os técnicos de enfermagem também possuem suas atribuições, contribuindo e colaborando com os enfermeiros, que são encarregados de supervisionar os seus serviços. Quando questionados acerca de suas vivências com relação aos procedimentos de enfermagem que executam, os técnicos de enfermagem responderam:

"Uma das atividades é a que a gente acolhe aqui no ambiente, é a questão do acolhimento. A gente também faz aferição dos sinais vitais, os cuidados com o paciente, a questão da orientação do banho, a questão de troca de lençóis, administração de medicação e cuidado com o recém-nascido também". (Afeto)

"Principais atividades da gente envolvem como preparar a medicação, aplicar injeções, fazer curativos, verificar sinais vitais e fazer triagem do paciente quando chega na instituição. Esses são os principais procedimentos" (Bondade).

Destarte, o técnico de enfermagem é fundamental para uma assistência integrada e qualificada para uma equipe de enfermagem, desde que cada membro da equipe exerça suas atribuições de acordo com o que está posto na lei do exercício profissional ou no protocolo da instituição hospitalar onde atua.

 

DISCUSSÃO

Os enfermeiros assumem inúmeras atribuições, sendo responsável por diversos setores da instituição, dentre os quais, são: centro cirúrgico, ambulatório, centro de material, centro obstétrico, berçário, unidades de internação. Devido essa abrangência, há uma expectativa de que os enfermeiros tenha uma visão ampla do funcionamento dos hospitais envolvendo-se tanto com administração, como também os diferentes setores e profissionais da instituição.3

Os enfermeiros entrevistados elencaram algumas atribuições como supervisão do setor e da equipe de enfermagem e assistência direta ao paciente, através de procedimentos e avaliação clínica de todos os pacientes que estão sob seus cuidados. O cuidado ao ser humano representa a sua principal atribuição e demanda um vínculo maior entre o cliente e o profissional, contribuindo para a recuperação de sua saúde.

A enfermagem é uma das profissões da área da saúde, que cuja essência e especificidade, é o cuidado com o ser humano, individualmente, na família ou na comunidade, desenvolvendo atividades distintas. Ela se responsabiliza pelo conforto, acolhimento e bem-estar dos pacientes, seja prestando o cuidado, seja coordenando outros setores para a prestação da assistência e promovendo a autonomia dos pacientes.4

Neste enfoque do cuidado ao ser humano, foi realizada uma pesquisa com objetivo de explorar as dimensões éticas do conceito e aplicação do cuidado em enfermeiras e enfermeiros de um hospital público da zona austral do Chile. Observou-se uma marcada vocação de serviço e motivação para aplicar o cuidado, fazendo ênfases na esfera psicossocial dos pacientes. Adicionalmente, verifica-se que o compromisso e aplicação de valores na prática do cuidado são reconhecidos como parte da excelência do profissional de enfermagem, próprio e característico da profissão.5

Deste modo, o cuidado de enfermagem se consolida como atitude de excelência da profissão, demandando a empatia com os problemas de saúde e fragilidades apresentados pelos pacientes, bem como solidariedade do profissional para com o cliente, haja vista que poderão ser executados procedimentos dolorosos, demorados ou desgastantes. Para que essa empatia se consolide, é fundamental que as relações interpessoais entre profissional e paciente estejam estabelecidas.

As relações interpessoais conquistam espaço na medida em que auxiliam no cuidado em diferentes níveis de complexidade, em que o enfermeiro torna-se um agente de mudanças capaz de interagir e intervir com e na sociedade, motivado pela transformação pessoal, profissional e social.6

Assim, a lei nº 7.498/86, que dispõe sobre o Exercício Profissional da Enfermagem, regulamenta, por exemplo, os procedimentos que são privativos para cada profissional de enfermagem, quer sejam técnicos, quer sejam enfermeiros.

Portanto, o Art. 11, o Enfermeiro exerce todas as atividades de Enfermagem, cabendo-lhe privativamente: planejamento, organização, coordenação, execução e avaliação dos serviços da assistência de enfermagem; consulta de enfermagem; prescrição da assistência de enfermagem; cuidados diretos de enfermagem a pacientes graves com risco de vida; cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos de base científica e capacidade de tomar decisões imediatas.7

A enfermagem executa várias funções desde o acolhimento, a assistência até a parte do gerenciamento hospitalar. Assim, o enfermeiro tem uma responsabilidade ampla diante dessas atividades, seja na diversidade de procedimentos, seja coordenando ou planejando a assistência, envolvendo os outros profissionais de enfermagem.

A coordenação da assistência prestada pela equipe de enfermagem é uma aplicação da lei do exercício profissional de enfermagem, já que a mesma defende essas atividades sendo privativas do enfermeiro.

No Brasil, a triagem estruturada assume a designação de avaliação e classificação de risco, que associada ao acolhimento tem por finalidade identificar os pacientes que necessitam de tratamento imediato, de acordo com o potencial de risco, a partir de um atendimento usuário-centrado, evitando dessa forma práticas de exclusão. O acolhimento, como diretriz operacional da Política Nacional de Humanização (PNH) do Ministério da Saúde, associado à classificação de risco, tem por finalidade garantir a humanização da assistência nos serviços de saúde, ampliar o acesso e oferecer atendimento acolhedor e resolutivo.8

A consulta de Enfermagem é uma tecnologia leve-dura que tem como função a melhoria do autocuidado à medida que permite ao paciente desenvolver habilidades próprias para melhorar sua qualidade de vida. É o método no qual o profissional enfermeiro possui completa autonomia, já que a mesma é uma atividade precípua da profissão, para desenvolver estratégias de cuidado abrangentes a promoção da saúde do paciente, da família ou da comunidade.9,10

As atribuições do enfermeiro devem cumprir com suas responsabilidades e deveres diante da profissão. Compreendem a interação entre os profissionais da enfermagem, a instituição hospitalar e, sobretudo, o próprio cliente.

Assim, na lei nº 7.498/86 está regulamentado no Art.12 que o Técnico de Enfermagem exerce atividade de nível médio, envolvendo orientação e acompanhamento do trabalho de Enfermagem em grau auxiliar, e participação no planejamento da assistência de Enfermagem, cabendo-lhe especialmente: a) participar da programação da assistência de Enfermagem; b) executar ações assistenciais de Enfermagem, exceto as privativas do Enfermeiro.7

A realização de procedimentos de acordo com as atribuições de cada componente da equipe de enfermagem contribui para que haja uma interação entre os profissionais, como também um entendimento correto sobre os papéis que cada um executa na instituição, cooperando para que as atividades exercidas resultem numa assistência de enfermagem de qualidade prestada aos clientes.

Em conclusão, diante das vivências hospitalares dos profissionais que fizeram parte do estudo, destaca-se a importância das leis que norteiam as profissões da saúde, em ênfase a enfermagem. A enfermagem é abrangente diante das suas responsabilidades, fazendo com que a rotina de trabalho seja extensa, tonando-se cansativa no fim do dia e isso faz com que aconteça situações desagradáveis no ambiente hospitalar.

As vivências dos profissionais de enfermagem no âmbito hospitalar acerca de atividades e procedimentos realizados revelam que, apesar dos erros éticos que existe na profissão, a enfermagem tem como objetivo principal o cuidado humanizado a todas as pessoas que necessitam.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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3. Deslandes SF, Gomes R, Minayo MCS. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 29 ed. Petrópolis, RJ: Vozes; 2010.

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5. Stolarski CV, Teston V, Kolhs M. Conhecimento da equipe de enfermagem sobre suas atribuições legais. remE - Rev Min Enferm [Internet]. 2009 [acesso 4 Out 2015];13(3):327-36. Disponível em: http://reme.org.br/artigo/detalhes/196

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7. Ferla JBS. Ênfase nas relações interpessoais na formação do enfermeiro sob o paradigma ético-humanista. Trab Educ Saúde. 2013 [acesso 5 Out 2015];11(3):633-57. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/tes/v11n3/v11n3a10.pdf

8. Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem e dá outras providências. Lei 7.498/1986 de 25 de junho. Brasília: Boletim Federal; 1986. Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. HumanizaSUS: acolhimento com avaliação e classificação de risco: um paradigma ético-estético no fazer em saúde / Ministério da Saúde, Secretaria-Executiva, Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Brasília: Ministério da Saúde; 2004 [acesso 5 Out 2015]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acolhimento.pdf

9. Oliveira SKP, Queiroz APO, Matos DPM, Moura AF, Lima FET. Temas abordados na consulta de enfermagem: revisão integrativa da literatura. Rev Bras Enferm. 2012 [acesso 6 Out 2015];65(1):155-61. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-71672012000100023

 

 

Recibido: 2015-11-22.
Aprobado: 2016-01-14.

 

 

Cecília Nogueira Valença . Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Doutora em enfermagem. Professora adjunta de enfermagem da Faculdade de Ciências da Saúde do Trairí, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Santa Cruz/RN, Brasil. Dirección electrónica: cecilia_valenca@yahoo.com.br

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